PT Carlos Augusto de Moraes Afonso / Luciano Henrique Ayan / Ceticismo Político e A Arte da Seita Política / CPMI das Fake News - Jornada de um troll de orkut degenerado com múltiplos fakes que virou coach de guerra política do MBL , usou o STF e congresso como personal army e acabou sendo preso por lavagem de dinheiro.

Sparky Lurker

Arauto do Autismo
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Grandes personagens dessa treta sendo mencionados e fazendo história:
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Está para nascer um lolcow mais matuto que o Ayan, um zé ninguém de Orkut que hoje tem ouvidos de jornalistas, comediantes, deputados, senadores e juízes.
 

ElAbominacion

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Grandes personagens dessa treta sendo mencionados e fazendo história:
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Está para nascer um lolcow mais matuto que o Ayan, um zé ninguém de Orkut que hoje tem ouvidos de jornalistas, comediantes, deputados, senadores e juízes.
Nosso país é o único onde um idiota fabricante de fake news lidera os esforços contra supostos fake news. Eu realmente espero que o Ayan se torne um lolcow desativado em breve.
 

Sparky Lurker

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Update 10/07:
Ayan completa a jornada do herói:
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https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/n...-em-operacao-contra-lavagem-de-dinheiro.ghtml (http://archive.md/7DqRZ)
Dois empresários ligados ao Movimento Brasil Livre (MBL) foram presos na manhã desta sexta-feira (10) em São Paulo em uma investigação contra lavagem de dinheiro, segundo o Ministério Público. O grupo nega relação com eles. A operação é realizada em parceria com a Polícia Civil e a Receita Federal.
De acordo com o MP, os presos Alessander Mônaco Ferreira e Carlos Augusto de Moraes Afonso (conhecido como Luciano Ayan) são investigados por lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio. O órgão afirma que a família Ferreira dos Santos, criadora do MBL, deve cerca de R$ 400 milhões em impostos federais. A sede do movimento, na Vila Mariana, Zona Sul de São Paulo, é alvo de buscas.
Em nota, o MBL afirma que Alessander e Carlos Augusto nunca foram membros do movimento (leia a íntegra abaixo).
Ao todo, são cumpridos seis mandados de buscas e apreensão e dois de prisão na cidade de São Paulo e em Bragança Paulista, no interior do estado.

A operação chamada de "Juno Moneta" faz referência ao antigo templo romano onde as moedas romanas eram cunhadas.
Cerca de 35 policiais civis do Departamento de Operações Policiais Estratégicas (DOPE) e 16 viaturas participam da operação.

Investigações

De acordo com o Ministério Público de São Paulo, existe uma "confusão jurídica empresarial" entre as empresas Movimento Brasil Livre (MBL) e Movimento Renovação Liberal (MRL).
O movimento teria recebido doações de forma oculta através da plataforma Google Pagamentos – que desconta 30% do valor, ao invés de receber doações diretas na conta.
Segundo o MP, Alessander Monaco Ferreira é investigado por grande movimentação financeira e incompatível, além da criação e sociedade em duas empresas de fachada.Ele realiza doações suspeitas ao movimento através da plataforma Google.
Ferreira viajou mais de 50 vezes para Brasília, entre julho de 2016 a agosto de 2018 para o Ministério da Educação com objetivos não especificados. No entanto, ele pediu emprego e foi contratado pelo governo estadual de São Paulo para trabalhar na Comissão de Avaliação de Documentos e Acesso da Imprensa Oficial do Estado (CADA) para gerenciar tarefas relacionadas a eliminação de documentos públicos e recolhimento permanente.
Já Carlos Augusto de Moraes Afonso, conhecido como Luciano Ayan, é investigado por ameaçar aqueles que questionam as finanças do MBL e disseminação de fake news. Ele também criou quatro empresas de fachada e tem indícios de movimentação financeira incompatível, segundo a Receita Federal.
 

ElAbominacion

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O pautador da CPMI de Fake News preso e um de seus indícios é ter feito Fake News.

Incrível.
 

Sparky Lurker

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Segunda temporada a todo vapor:
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Literalmente esperou lançarem o Exodia na treta para voltar a postar.
Edit: Diário de um detento:
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Sparky Lurker

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Update 13/04/2021:
Ayan vai reutilizar o conteúdo da CPMI para escrever um livro, obviamente o único site que ainda dá relevância para esse degenerado é o DCM:
https://www.diariodocentrodomundo.c...o-conta-em-livro-como-funcionam-as-fake-news/ (https://archive.md/Jr3YI)
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Carlos Afonso, blogueiro e técnico de TI conhecido pelo apelido “Luciano Ayan”, era um dos parceiros do Movimento Brasil Livre (MBL) no golpe contra Dilma Rousseff e chegou a militar pela eleição de Jair Bolsonaro (sem partido) em 2018. Rompeu com ambos e concedeu uma entrevista ao DCM em 2019 falando sobre seus arrependimentos.

“Se voltasse no tempo, teria votado em Ciro Gomes ou Fernando Haddad. Por mais que isso possa incomodar algumas pessoas de meu círculo de amizades. Hoje em dia eu prefiro um candidato de esquerda democrática a um de direita autocrática”, disse na ocasião.

Ayan foi preso em julho de 2020 suspeito de envolvimento no desvio de mais de R$ 400 milhões em impostos federais como parceiro do MBL. O movimento nega relação com o blogueiro e o fundador Renan Santos afirmou que a denúncia ao Ministério Público partiu de perfis bolsonaristas com a anuência do filho do presidente da República, Carlos Bolsonaro.

Ele responde o processo em liberdade. Com exclusividade ao Diário do Centro do Mundo, enviou 10 páginas do livro que está finalizando sobre distorções de notícias e disseminação das fake news. Ayan fala sobre o trabalho que ele fez para sites como JornaLivre e O Diário Nacional, páginas de extrema direita que eram parceiras do MBL e atacavam a esquerda.


Não utiliza só manchetes que ele fez, mas também as que identificou no bolsonarismo e em sites de fake news hoje. É um manual para entender esse fenômeno.

“Manchetes do Inferno” é uma pequena amostra do que Ayan quer tornar público na imprensa, desconstruindo o que ele mesmo fez e que ajudou a eleger Bolsonaro.

Ao deixar o MBL, o olavismo e o bolsonarismo, Ayan passou a estudar o fenômeno da desinformação no mundo e identificou cinco padrões nessas páginas, com 94 desdobramentos. Logo no início do documento, ele deixa claro suas intenções:


“A divulgação desse conteúdo não é para que se produzam manchetes deste tipo. É para evitar que pessoas de boa-fé caiam em manchetes assim. Nessa fase, eu andava próximo a grupos que vivem consumidos por ódio. Hoje, meu interesse é na divulgação de meios para que esse tipo de material – focado especificamente em polarização animalesca – possa ser contido”.

Ao trabalhar com manchetes nos veículos parceiros do MBL, Ayan tratou dos seguintes padrões: Esperança, Medo, Guerra Moral, Desmascaramento e Ridicularização. Dentro de cada um dos padrões, há subcategorias que se encaixam em manchetes específicas tratadas por esses sites de fake news.

Esperança lida com “oponente fulo com nossa vitória”, “recuo obrigatório do outro” e “laudo de fragilidade adversária”. Medo lida com “exemplo de mal” e “exposição de vítima do mal”. Todas as subcategorias mostram padrões organizados de ataque que não tem a ver com a produção original ou mesmo legítima de notícias ou opiniões.

Ataques contra grevistas, feministas e figuras de esquerda

Luciano Ayan dá exemplos de padrões de ataque ele fez parte nesse texto. E nomeia os inimigos desses sites que prestaram serviços à extrema direita em seu estudo.

Ele cita caso de integrantes do movimento feminista:

“2.18. Exemplo do mal (‘os ataques ao STF ilustram a pior face do totalitarismo’, ‘a violência contra (x) mostra o que acontece quando radicais de (y) tiram a máscara de tolerância’, ‘a violência contra (x) é a mostra definitiva de quem são os verdadeiros fascistas’, ‘(x) dá mais um atestado de sociopatia ao ofender os brasileiros em ‘mensagem natalina’’); 2.19 Exposição de vítimas do mal (‘Campanha de ódio contra (x)s gera vítima: (y) sofre tentativa de assassinato’, ‘brasileiros que comemoraram mortes no presídio de Manaus são as principais vítimas da criminalidade’, ‘Sadismo absoluto: feministas tentam impedir que crianças paralíticas da AACD recebam doação’)”.

E ataques abertos contra funcionários públicos, grevistas e esquerdistas:

“3.17. Esqueletos no armário (‘Juíza que prendeu manifestantes da greve já propagou mensagens de grupos golpistas’, ‘Será que serviam pipoca e miojo no avião presidencial de (x) e (y)?’); 3.18. Exposição de vergonhas (‘As capas vergonhosas de (x) e (y): Sérgio Moro não é time, é juiz’, ‘(x) fugiu, sim, para poder atacar impunemente’, ‘Áudio representa o striptease moral de (x)’, ‘O jogo sujo da Lava Jato continua: Duque delata sem provas’, ‘Pichação no Monumento às Bandeiras: arte de esquerda é sujar e cagar’); 3.19. Exposição de injustiças (‘A Justiça de (x) – (y), inocentada. Já (w), nem depois de morta’, ‘Funcionários estatais ganham 63,8% a mais do que funcionários privados que os sustentam’, ‘O problema não é o STF pedir indenização aos presos, mas sim desprezar o povo honesto mais uma vez’); 3.20. Limpinhos que são sujinhos (‘(x) disse ter sido assediada por tucanos, mas recusou oferta. É que o autor já tinha se vendido ao outro lado’, ‘Agora tudo faz sentido: o lambe-botas soteropolitano também está na lista de (x)’)”.

Qual o objetivo de Luciano Ayan com esse livro?

O blogueiro e técnico de TI está escrevendo este livro desde 2019 e está nos estágios finais de revisão. Serão mapeados, numa escala maior 18 regras de desinformação e nove estratégias de “hackeamento” de discurso. O objetivo dele é que esses padrões não se repitam na comunicação política, o que abre espaço ao bolsonarismo.

“Aqui vocês verão 94 padrões de manchetes sensacionalistas divididas em 5 categorias. Esse material foi originalmente composto entre 2016 e 2017, ou seja, bem antes de que eu me especializasse em métodos de gaslighting e outros de manipulação (não para usar a manipulação, mas para explicar como sair dela)”, ele explica.

E completa:

“Hoje em dia, não tenho mais qualquer interesse em produzir notícia. Meu foco é outro: reduzir o grau de caos informacional, motivo pelo qual hoje priorizo dinâmica social, teoria do seletorado, teoria dos jogos e métodos para neutralizar a desinformação. Entre eles, produzi duas séries sobre seitas políticas. O excerto que contém essas 94 manchetes é apenas uma parte de um material mais amplo que está sob revisão. Logo, em breve teremos novidades”.
 

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Jornalista vitimista decadente, grande crítico do PT, arqui-inimigo da direita chucra, processado por um traveco, fantoche do Greenwald, abraçado pelo presidente, chacota dos colegas de profissão e estiloso defensor do estado democrático de direito.
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Performer fetichista profissional fã de cyberpunk que fez o pai roubar o computador dela de vergonha e brigou pelos direitos autorais de transar com um polvo morto.
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