lasciateognesperanza
kiwifarms.net
https://wikinet.pro/wiki/Psycl0n eu nunca ouvi valar nessa wiki mas o artigo da mesma sobre Dogolachan e' acurado e recente, pelo que eu entendo
Faltou falar da passagem do Gustavo Guerra no Dogola e como este, inevitavelmente, virou desafeto do Marcelo. Dizem as más línguas que o Psycl0n o incriminou com um fake no facebook.https://wikinet.pro/wiki/Psycl0n eu nunca ouvi valar nessa wiki mas o artigo da mesma sobre Dogolachan e' acurado e recente, pelo que eu entendo
É possível que seja um dogoleiro mas acho improvável que seja o psycl0n.
Além do mais, é bom ressaltar que se trata de um petista militante, e apesar de você achar o artigo dele inócuo, ele já ameaça tirar tudo do comentarista da mensagem infeliz pelo infortúnio.
Putinha da sua filha vai trabalhar para dar muito prazer aos políticos e aos promotores que ganham 24K para ficarem chorando por mais.Se fosse a minha, o "comentarista" ia passear no mato.
Hey fake Kogos!Putinha da sua filha vai trabalhar para dar muito prazer aos políticos e aos promotores que ganham 24K para ficarem chorando por mais.
Petista militante ou não, era da filha dele que o "comentarista" tava falando. Se fosse a minha, o "comentarista" ia passear no mato.
www.gruporioclarosp.com.br
O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público de São Paulo e o Gaeco do Rio de Janeiro deflagraram na manhã desta terça-feira (7) a segunda fase da Operação Iluminate, que visa a identificar integrantes de uma organização criminosa virtual, que fomenta o ódio e ataques, especialmente contra minorias e mulheres, e que age no submundo da Internet, conhecido por darkweb ou deepweb.
No início de 2019, dois jovens ingressaram em uma escola estadual em Suzano e mataram diversos estudantes e servidores, suicidando-se em seguida. O ataque, que passou a ser conhecido como “Massacre de Suzano”, foi idealizado e estimulado por um “chan” da darkweb chamado Dogolachan.
O Ministério Público passou a monitorar esse espaço virtual, logrando identificar algumas pessoas suspeitas de integrar essa organização criminosa.
A Vara Especializada em Processos contra Organizações Criminosas, recentemente inaugurada na capital de São Paulo, expediu mandados de busca e prisão, que foram cumpridos concomitantemente nas cidades de São Paulo, Franca e Rio de Janeiro.
A Operação contou com o auxílio e colaboração das Polícias Militares de São Paulo e do Rio de Janeiro, que viabilizaram a execução das ordens judiciais.

Update 17/02:Acusado até mesmo de incitar o estupro de crianças e terrorismo, Marcelo Valle Silveira Mello cumpre pena no Presídio Federal de Campo Grande e deverá passar por avaliação neuropsicológica, segundo determinação da 14ª Vara Federal de Curitiba publicada nesta terça-feira (4) no Diário do TRF3 (Tribunal Regional Federal da 3ª Região).
Caso a perita nomeada aceite realizar a avaliação, a data para os exames ainda será marcada. Mello foi preso durante a Operação Bravata, em Curitiba, no ano de 2018 e foi transferido para Mato Grosso do Sul. Ele cumpre pena após ser condenado a 41 anos, seis meses e 20 dias de prisão por associação criminosa, divulgação de imagens de pedofilia, racismo, coação, incitação ao cometimento de crimes e terrorismo cometidos na internet.
Marcello é apontado como ‘grande incentivador de cometimento de crimes ainda mais graves por parte de terceiros, como homicídios, feminicídios e terrorismo”, segundo afirmou o juiz na sentença.
Em 2009, Marcelo foi o primeiro brasileiro a ser condenado por racismo na internet por participar de discussões contra a política de cotas em páginas da UnB, deixando evidente seu ódio a negros.
Desde então, a defesa declara insanidade para que ele não tenha que cumprir a pena.
Ministros do Supremo Tribunal Federal foram alertados pelo presidente da Corte, Dias Toffoli, de que uma célula terrorista pode estar preparando "agressões contra ministros deste tribunal", afirma o jornal Folha de São Paulo nesta segunda-feira. De acordo com a jornalista Mônica Bergamno, a informação foi repassada pela Polícia Federal (PF) a Alexandre de Moraes, relator de inquérito aberto em março do ano passado para apurar ataques a ministros e notícias falsas sobre a instância máxiam da justiça brasileira.
Moraes teria, então, repassado a informação a Toffoli, que enviou ofício aos colegas sobre os riscos e recomendando que eles reforçassem suas seguranças. Conforme a Folha, os supostos terroristas teriam escrito em troca de mensagens que os ministros têm uma rotina que possibilita fácil acesso por pessoas que pretendem fazer algum tipo ataque.
A mensagem teria sido captada em janeiro, na Deep Web, e disparada pela Unidade Realengo Marcelo do Valle. O nome é uma homenagem ao homônimo que fazia parte da seita cibernética Homini Sanctus – conhecida pelo ódio contra mulheres, a população LGBT, negros e qualquer outra minoria – e recrutava extremistas para atentados.
